Inspirado em Austin Kleon, segue a minha versão de algumas coisas que fizeram 2025 valer a pena. A ordem aqui não importa tanto.
- Ter participado da organização de mais uma JENAT.
- Finalmente conhecendo Galinhos. Fim de semana com a família.
- Voltar a Baía Formosa com Márcia, Catinha e Karl e finalmente ter esticado até Sagi.
- Ter encontrado uma arte legal de Gustavo Rocha, e ter feito um tatuagem com ele.
- Almoços em dias de trabalho no Gaúcho’s Grill. Sobrado preservado no Centro da cidade e ponto de vista inesperado na Rua Princesa Isabel.
- Ver Natal receber exposições interessantes como a Armorial 50 anos, que chegou à Pinacoteca Potiguar.
- Ter optado, com Marcita, por celebrar o aniversário dela num almoço no irretocável Restaurante En.
- Poder ter pego um Nintendo Switch 2 no lançamento num preço acessível. Como tem sido legal jogar o Mario Kart World.
- Conhecer a cidade do Porto em família e contando com a curadoria de luxo de Rosinha.
- Ter inserido Sevilha na viagem de família. A despeito do calor frequente de mais de 40º, a cidade foi uma grata surpresa. Espero poder voltar no futuro em outra época do ano.
- Tomar o ônibus errado na mesma Sevilha, aceitar sem maiores frustrações e ganhar um city tour inesperado que nos levou a lugares que não chegaríamos de outra forma, como às imediações do Estádio Benito Villamarín, do Bétis.
- Estar na capital da Andaluzia no dia de Corpus Christi e ter testemunhado a imponência das procissões, bem como o seu impacto no cotidiano da cidade.
- Ainda nessa viagem, ter mantido a tradição de sair com Marcita explorando cidades por meio de bicicletas.
- Na estada em Lisboa, ter incluído uma visita à Casa dos Bicos - Fundação José Saramago.
- O mesmo vale para Sintra e o Palácio Nacional da Pena, que foram recomendados por diversos amigos que estiveram antes em terras lusitanas. Sem dúvidas, um dos pontos altos desta viagem.
- Ainda em Lisboa, ter reservado uma tarde para visitar o Museu Bansky. Os adultos e Nina saímos impactados do equipamento.
- Ter exagerado no consumo de pastel de belém nesses dias lisboetas. O sabor é incomparável ao dos que temos acesso em Natal.
- Ter conseguido conciliar os horários de todos os envolvidos e poder encontrar com João e Sílvio, amigos da pelada, que estão em Portugal já há alguns anos. Ótima noite.
- Após muito tempo, ter conseguido me encontrar com amigos da época do Colégio Salesiano. Dessa vez, Sérgio e Adriano. Acredito que não estive com os dois juntos pessoalmente desde os anos 1990.
- Mais uma vez fazer o Especial Beatles com a Banda Café. Dias de ansiedade inofensiva.
- Banda Café comemorando 20 anos de atividades num show especial no 294, bar que nos acolhe há mais de 10 anos.
- Voltar mais rápido do que imaginava ao futebol semanal que jogo toda segunda-feira. Vim convivendo com dores nos joelhos desde o início do segundo semestre do ano. O diagnóstico: condromalácia patelar.
- O Pilates, que comecei em setembro, certamente teve um papel importante na recuperação.
- Ter descoberto, após um ano e meio de investigação, que as dores abdominais que eu vinha sentindo não eram nada além de disbiose e intestino irritável.
- Assistir Agente Secreto no cinema, com Márcia. Junto de Alejandro Zambra, Murakami, Jorge Drexler e Sally Rooney, Kléber Mendonça é um artista que tem me feito ansiar por novos lançamentos seus.
- Ter voltado ao Playstation após a cagada da Microsoft na precificação do Gamepass. Há muito tempo eu não me envolvia com um jogo como tem acontecido com Horizon Zero Dawn. O melhor: eu já tinha o game desde a pandemia, quando a Sony deu na faixa.
- Fim de semana em João Pessoa com a família. Muito bom ter ido com Márcia, Nina, pais e irmãs prestigiar Malu, a ginasta da família, que participou de uma competição no Ronaldão.
- Descobrir as novelas russas de Tolstói e Dostoiévski editadas pela 34. Noites Brancas, A morte de Ivan Ilitch e Cupom Falso, estão entre as melhores leituras que fiz em 25.
- Fazer mais uma vez o show de fim de ano do SeuZé na Cervejaria Resistência. Já está virando uma tradição.