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Mais ouvidas em 2017

A tentação de culpar Nina pelos resultados inesperados, é grande. Mas pode botar “De Nada” e “Se enamora” na minha conta.


Desde 2016 venho listando aqui no blog as minhas estatísticas de músicas e discos ouvidos. Os anos anteriores ficaram assim: 2016 e 2004.

Todos as estatísticas anuais estão reunidas aqui.

O melhor do Spotify está nas playlists dos usuários. Acabo de encontrar essa com todas as musicas que Murakami cita em 1Q84.

Maravilha!

Construção

O disco e a música são de Chico, mas a saudação é para Rogério Duprat. Conheci melhor o maestro quando mergulhei fundo na discografia tropicalista, principalmente os primeiros dos Mutantes e o disco-manifesto “Panis et Circenses”. Na minha opinião, Duprat está no mesmo patamar de criatividade e genialidade que os compositores mais famosos para quem ele arranjou.

A orquestração que ele fez para Construção (a música) é tão impactante e poderosa que mais parece uma música dentro de outra. Tem vida própria. Já faz um tempo que quando boto esse disco no player só consigo dar atenção o arranjo fenomenal do maestro.

Experimente ouvir essa música esquecendo um pouco da letra e melodia de um gênio para que o outro gênio aflore.

Parklife

A única polarização que valeu a pena eu me meter até hoje foi aquele “Blur X Oasis” dos anos 1990. Sempre fui mais Blur apesar de hoje reconhecer algum mérito no Oasis. =P

Que disco é o Parklife!

Carne e Osso

Desde que comecei a escrever sobre composição neste Música em Versão Beta, ainda não tinha conseguido concretizar uma ideia em música. Já tenho uma parceria bem encaminhada com Ticiano D’Amore, mas que ainda carece que eu dê a atenção que ela merece. Hoje, finalmente consegui avançar bastante numa composição.

A melodia e harmonia eu tinha feito há umas duas semanas e hoje decidi sentar e só levantar quando conseguisse encaminhar algo. Por aqui é assim: 90% transpiração e 10% inspiração. Falta pouco para terminar a letra, mas já dei nome: “Carne e Osso".

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Terminei agora o livro de memórias de Dado Villa-Lobos. Leitura recomendadíssima até para quem não é fã da Legião Urbana. Além de passagens curiosas sobre os bastidores da banda, informações riquíssimas sobre o funcionamento do mercado musical nos anos 80 e 90.