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Dia 01 - Falso Brilhante (Elis Regina, 1976)

Auto-generated description: Capa do álbum Falso Brilhante de Elis Regina, com letras grandes em estilo decorativo e elementos gráficos como elefantes e um sol.

Tirando a poeira desse perfil, aceitei o desafio de Aurélia Tâmisa, para publicar 10 discos que fazem parte da minha vida e do meu amor pela música - um álbum por dia - sem explicações ou comentários - apenas capas. A cada dia, eu pentelho uma pessoa para fazer a mesma coisa. Vamos promover o amor pela música. Então, chamo hj para repartir comigo suas influências musicais Diogo Freitas Do Egypto.

Mais ouvidas em 2019

O show de Los Hermanos em João Pessoa, em abril desse ano, me fez revisitar a discografia da banda. O Bloco do Eu Sozinho continua como vinho, e com exceção de Tão Sozinho que parecem sobra do disco de estreia, é um trabalho atemporal.

Também gostei demais do disco solo de Teago Oliveira, do Maglore. Destaque para a pedrada Corações em Fúrias.


Desde 2016 venho listando aqui no blog as minhas estatísticas de músicas e discos ouvidos. Os anos anteriores ficaram assim: 2018, 2017 e 2016 e 2004.

Todos as estatísticas anuais estão reunidas aqui.

Mais ouvidas em 2017

A tentação de culpar Nina pelos resultados inesperados, é grande. Mas pode botar “De Nada” e “Se enamora” na minha conta.


Desde 2016 venho listando aqui no blog as minhas estatísticas de músicas e discos ouvidos. Os anos anteriores ficaram assim: 2016 e 2004.

Todos as estatísticas anuais estão reunidas aqui.

O melhor do Spotify está nas playlists dos usuários. Acabo de encontrar essa com todas as musicas que Murakami cita em 1Q84.

Maravilha!

Construção

O disco e a música são de Chico, mas a saudação é para Rogério Duprat. Conheci melhor o maestro quando mergulhei fundo na discografia tropicalista, principalmente os primeiros dos Mutantes e o disco-manifesto “Panis et Circenses”. Na minha opinião, Duprat está no mesmo patamar de criatividade e genialidade que os compositores mais famosos para quem ele arranjou.

A orquestração que ele fez para Construção (a música) é tão impactante e poderosa que mais parece uma música dentro de outra. Tem vida própria. Já faz um tempo que quando boto esse disco no player só consigo dar atenção o arranjo fenomenal do maestro.

Experimente ouvir essa música esquecendo um pouco da letra e melodia de um gênio para que o outro gênio aflore.

Parklife

A única polarização que valeu a pena eu me meter até hoje foi aquele “Blur X Oasis” dos anos 1990. Sempre fui mais Blur apesar de hoje reconhecer algum mérito no Oasis. =P

Que disco é o Parklife!