
Manhã de produção musical. Eu e FeLL mexemos em uma composição dele chamada “No Mesmo Lar”. Criamos arranjos e testamos timbres. Em breve o SeuZé gravará essa.

Manhã de produção musical. Eu e FeLL mexemos em uma composição dele chamada “No Mesmo Lar”. Criamos arranjos e testamos timbres. Em breve o SeuZé gravará essa.
Tá dando gosto ver o Liverpool jogar. Pra quem sofreu fora da Champions nas últimas temporadas, esse ano promete. #goreds
Cena bonita que presenciei agora, aqui no cruzamento da Prudente com a Ceará-Mirim: com os sinais desligados e sem amarelinhos pra dar conta de todos os cruzamentos, algumas pessoas desceram dos seus carros e passaram estão tentando ordenar o trânsito, tais quais amarelinhos.
Conselho para quem está no congestionamento em função do apagão: pare em um shopping ou supermercado e espere. O trânsito está impossível. Passei 40 minutos entre a UnP da Floriano Peixoto e o Nordestão da Prudente, quando o meu destino era Candelária. Desisto por enquanto e já sou um a menos no trânsito.
Ver Van Gogh “no original”: se não o fez, faça.
Espero pelo dia em que Caetano e Woody Allen deixem de lançar coisas novas com tanta frequência, mas fico extremamente ansioso pelo próximo lançamento de cada um.
Vai entender…

Público chegando ao Frasqueirão. Dia de ABC X América.
Comecei a frequentar estádios assiduamente no fim dos anos 1980. De acordo com uma rápida conta que fiz, devo ter assistido mais de 50 clássicos.
Pra cima delas, Mais Querido!

Passando o som com o SeuZé. Hoje é a nossa festa de 10 anos no DoSol. Bora?
Hoje toco com a Banda Café num especial Beatles com 3 horas de duração, lá no Pitanga. 21h.
Feriadão de muita música. Daqui a pouco, ensaio com o SeuZé. Com a Banda Café, toco amanhã no La Cachette e sábado, em Salvador.
No domingo tem show do SeuZé no DoSol, pelo Circuito Ribeira.
Ansioso por hoje à noite. Daqui à pouco viajo com os amigos do SeuZé para tocar em João Pessoa. Os shows por lá são sempre massa.
Ingresso comprado pro show de Paul! Uhuu!
Chegamos anteontem a Roma. Viemos em um vôo direto de Paris. Já em solo italiano, tomamos um trem que nos trouxe a alguns metros do albergue onde estamos hospedados.
Tivemos alguma dificuldade para encontrar a localização exata da hospedagem. Nas instruções enviadas por email, a equipe do hostel deu como referência “a fountain with statue of Moses”, ao que Márcia leu “statue of Moose”. Procuramos por um tempo a tal fonte com a estátua de um alce, mas ao rever as instruções, não tardamos para encontrar a escultura de Moisés.
Ontem
Quando voltamos ao hostel para nos trocarmos, nos deparamos com uma pequena festa por hóspedes franceses na área comum. Eles foram bastante acolhedores e convidaram para nos juntássemos para a virada, mais tarde. Assim o fizemos.

Muito nova essa sensação de estar em um lugar tão longe e diferente de casa.
Chegamos a Paris ontem, próximo das 19h. Nosso voo saiu de Natal às 2h da madrugada e após 6h30 de viagem, chegou à Lisboa no começo da tarde. Desembarcamos para fazer a conexão que nos levaria à França e já tive a minha surpresa. Ao comentar com Márcia que o ar condicionado do aeroporto lisboeta estava muito frio, tive como resposta: “menino, isso não é o ar condicionado. É o frio da cidade, mesmo”. Até então as experiências em que eu mais tinha sentido frio foram no Rio de Janeiro e em Paraty, em 2008, e que não foram abaixo dos 15º.
Após a conexão, desembarcamos pouco depois em Paris, na noite de Natal, mais exatamente no Aeroporto de Orly, eternizado por Chico nessa bela peça.
Tomamos um trem até a Gare du Nord, e de lá, um metrô até as proximidades do hotel em que ficaríamos hospedados. A primeira impressão de caminhar pela cidade foi de estranheza, já que Paris estava deserta nesse 24 de dezembro. Tivemos alguma dificuldade para localizar a nossa hospedagem, mas após improvisarmos (sobretudo Márcia) no francês com um taxista e com alguns locais em um restaurante onde entramos para pedir informações, chegamos ao nosso destino. Fomos surpreendidos por uma francesa que nos ajudou com as direções quando, após dizermos que vinhamos de Natal, ela falar que já esteve em Pipa.
Após isso deixamos as bagagens, trocamos de roupa e saímos pra procurar um lugar para jantar, o que não foi assim tão fácil já que muitos estabelecimentos exigiam reserva prévia para a noite de Natal.
Chegando agora ao Aeroporto Augusto Severo. Daqui há algumas horas embarco com Márcia para a nossa primeira vez na Europa. Ao todo passaremos 24 dias entre a França, Itália, Alemanha e República Tcheca. Ansiedade à mil para conhecer o Velho Mundo.